Verifique se uma imagem ou vídeo apresenta sinais de geração ou manipulação por IA. O detector lê as Content Credentials (C2PA), os metadados, os vestígios de compressão, o ruído do sensor, os padrões espectrais e — no vídeo — a coerência entre quadros, e executa localmente um modelo treinado. Tudo acontece no seu navegador: um arquivo depositado nunca é enviado a um servidor. A resposta é sempre uma probabilidade com intervalo e confiança, nunca um sim ou não — porque nenhuma análise pode provar a origem de uma imagem.
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Como verificar uma imagem em 3 passos
Deposite o arquivo — o original, se possível
Arraste uma imagem ou um vídeo, ou cole um link. O arquivo original dá o resultado mais confiável: capturas de tela e cópias de mensageiros já perderam a maior parte dos indícios.
Deixe a análise rodar no seu aparelho
Cada sinal — proveniência, metadados, compressão, ruído, espectro, e um modelo de detecção executado localmente — é verificado no seu navegador e exibido separadamente, com seu próprio status.
Leia o veredito com suas ressalvas
Você recebe uma probabilidade, seu intervalo e um nível de confiança, mais uma instrução clara. Quando faltam sinais, a resposta é “incerto” — uma resposta honesta, não uma falha. Um relatório PDF carrega as mesmas ressalvas.
Por que usar este detector de imagem IA
- O motor roda dentro do seu navegador: sem upload, sem armazenamento, sem cadastro. Para um link, só o endereço pode passar pelo nosso servidor — nunca seus arquivos.
- Proveniência declarada, metadados, compressão, ruído, espectro, coerência temporal — e um modelo treinado (Community Forensics, CVPR 2025) executado localmente. Cada sinal é exibido por si só.
- Sempre uma probabilidade, um intervalo e um nível de confiança — nunca “100% IA”. Quando os indícios são fracos, a ferramenta responde “incerto” em vez de inventar uma certeza.
- A análise completa é exportada em PDF, conservando cada ressalva e cada limite — para que um resultado nunca seja citado sem aquilo que ele não prova.
Perguntas frequentes
Ele pode provar que uma imagem foi feita por IA?
- Nenhuma análise pode provar a origem de um arquivo — esta incluída. O resultado é uma estimativa construída a partir de indícios técnicos: uma pontuação alta não estabelece fraude, e uma pontuação baixa não garante autenticidade.
Por que o resultado costuma ser “incerto” em imagens do WhatsApp ou do Facebook?
- Essas plataformas recomprimem toda imagem, e os vestígios finos de que a análise depende desaparecem no primeiro compartilhamento. “Incerto” é então a resposta honesta, não um defeito. Para um resultado útil, forneça o arquivo original — nunca uma captura de tela nem uma cópia de mensageiro.
A falta de metadados significa que a imagem é falsa?
- Não. Quase toda imagem em circulação perdeu seus metadados — é o caso normal, não um sinal de alerta. A ausência nunca aumenta a pontuação; ela só reduz a confiança.
Minhas imagens são enviadas a um servidor?
- Não. O motor e o modelo de detecção rodam no seu navegador, então um arquivo depositado fica no seu aparelho. Ao analisar um link, só o endereço pode transitar pelo nosso servidor — nunca um arquivo seu.
Ele detecta a marca d'água SynthID do Google?
- Nenhuma ferramenta de terceiros consegue: o Google não publicou o detector. Só uma eventual menção nos metadados é legível — e sua ausência não prova nada.
Ele detecta deepfakes — rostos trocados?
- Não como tal: nenhum detector de rosto dedicado está embarcado, então um vídeo manipulado apenas localmente pode passar pelas verificações globais. Esse limite está escrito no relatório, antes que alguém se apoie nele.
O que valem as Content Credentials (C2PA) aqui?
- Elas só têm peso decisivo quando o vínculo do manifesto com os bytes exatos do arquivo é verificado localmente — um manifesto copiado para outra imagem é flagrado. A identidade de quem assinou, porém, não é verificada, e a tela diz isso.